Polêmica do IOF e as soluções do congresso é sempre cortar de quem tem menos, como desvinculação do salário mínimo das aposentadorias, reforma administrativa, corte em programas sociais, mas deixam de fora os 50 bilhões de emendas parlamentares e protegem os que têm mais em detrimento de quem tem menos.
Reformas e cortes: quem paga a conta é sempre o povo e nada de mexer nos 50 bilhões das emendas parlamentares. Enquanto o Congresso Nacional debate formas de “fechar as contas” do governo, mais uma vez surgem ideias que atingem diretamente quem já vive com pouco. Fala-se que para aumentar o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), terá que mexer em direitos como aposentadorias (desvinculando-as do salário mínimo), fazer reforma administrativa (que pode reduzir salários e estabilidade no serviço público) e até cortar programas sociais que sustentam milhões de brasileiros. Mas tem um detalhe que quase ninguém fala: os R$ 50 bilhões em emendas parlamentares seguem intactos. Isso mesmo. Enquanto cortam dos mais pobres, os congressistas mantêm bilhões em recursos que são distribuídos politicamente — muitas vezes sem transparência e longe das prioridades reais da população. É como se o país vivesse duas realidades: 🔻 De um lado, quem vive do salário mínimo, depende do SUS ou da escola púb...